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#MOONSHINEJUNGLE Show em Perth, Austrália
A segunda fase da Moonshine Jungle Tour começou ontem, e junto com o resumo do show, separamos um review do 1º show.
Confira traduzido:
Ele pode ser pequeno em estatura, mas um concerto de Bruno Mars é maior que a vida.
O cantor e compositor americano começou a sua tour australiana em Perth, Western Australia na sexta à noite, impressionando os fãs na maioria jovens, com os seus passos de dança, habilidade musical e alcance vocal.
Miguel aqueceu a multidão com um desempenho energético, embora a música fosse exagerada para a sua voz. Mas era o havaiano que todos queriam ver e ele tinha imediatamente o público aos seus pés assim que os encorajou a dançar ao som da música.
O artista de 28 anos impressionou quando liderou a multidão através de um canto de "Aussie! Aussie! Aussie! Oi! Oi! Oi!" antes de tocar um cover de Barrett Strong, "Money (That’s What I Want)".
O vencedor do Grammy, que já vendeu 8 milhões de álbuns em todo o mundo e 58 milhões de singles, com certeza sabe como conseguir que uma multidão o acompanhe e mantenha o ritmo. Ele consegue manter as notas altas, trazer danças coreografadas e tocar instrumentos, incluindo guitarras e bateria.
Mars é como um jovem Michael Jackson com letras pop que são, na maioria das vezes, superiores ao material superficial que muitos dos seus contemporâneos produzem. Às vezes, olhando para ele e para a banda entusiasmada é como assistir aos The Jackson 5 no seu auge e é claro, Mars tem sido influenciado pela lendária Motown e artistas de reggae.
Mars viajou para o outro lado da Terra para entreter os fãs leais e prometeu fazer a longa viagem novamente.
VídeosTreasure
Locked Out Of Heaven
If I Knew/Runaway Baby
Fotos na galeria
#REVIEW "Bruno Mars aquece o Pavilhão"
O site português Correia da Manhã, contou um pouco como foi o primeiro show de Bruno Mars em Portugal, que teve ingressos esgotados a mais se 6 meses. Confira a matéria abaixo:
Não é à toa que Bruno Mars é comparado com Michael Jackson - por causa do seu funk dançável e pela forma sensual como se move em palco. Ou com Elvis Presley, embora o seu rock'n'roll lembre mais o de Chuck Berry ou Jerry Lee Lewis.
Mas o cantor de 28 anos, que ontem se estreou no nosso país com um concerto único - e esgotadíssimo - no Pavilhão Atlântico, em Lisboa, é mais do que um músico que soube ir ao catálogo da música negra americana para se inspirar. É um artista que vale por si.
O espetáculo de ontem, que acontece no âmbito da digressão The Moonshine Jungle Tour (tournée promocional do seu segundo álbum de estúdio, ‘Unorthodox Jukebox'), arrancou cheio de energia, com três canções que deixaram logo o público predisposto à dança. ‘Moonshine' e ‘Natalie' abriram, às 21h40 e em regime de ‘non stop', um show de ritmo, cor e luz que levantou a casa, com toda a gente aos pulos e aos gritos. "Há muito tempo que esperava por isto", atirou Bruno Mars para a assistência. "E é isto que viemos fazer. Pôr-vos a dançar, pôr-vos a transpirar!"
Seguiu-se ‘Treasure', outro grande tema de dança, antes de o cantor passar a outras cores. De uma assentada, cantou, em tons de rock dos anos 60 e de reggae, ‘Money'/‘Bilionaire'/‘I Need a Dollar'. Enquanto isto, o público não baixou os braços e não parou de cantar com este jovem carismático que, até ao fim da noite, ainda tinha tanto para dar. Pouco depois chegavam os ritmos latinos, a soul music e as baladas. Tudo isto com uma presença física que junta na dose certa a força e a fragilidade que tornam Bruno Mars um dos ídolos da nova geração. E com toda a justiça.
#REVIEW "Amor à primeira vista entre Bruno Mars e o público espanhol"
O público veio para o primeiro show de Bruno Mars na Espanha com grandes expectativas. Os ingressos foram vendidos há meses, o mais dedicado esteve na fila por dias para estar na primeira fileira e as vendas na internet triplicaram. Pelo os nervos desse primeiro encontro no Palau Olimpic de Badalona (Barcelona) tornou-se rapidamente um amor à primeira vista.
Bruno Mars não só fez um show alegre, sensual e cheio de energia , mas prometeu voltar. O show começou com um atraso de meia hora, mas os fãs perdoaram o artista havaiano depois que ele surgiu com sons de tambores de selva,em alusão ao nome da turnê: "The Moonshine Jungle Tour".
Bruno Mars assumiu o palco de chapéu, e rodeado por oito músicos que fizeram explorar o tema "Moonshine" com o poder de seus instrumentos e a alegria de suas coreografias uníssono. Em harmonia com seus músicos, Bruno Mars tem mostrado o quanto ele se parece com Michael Jackson quando quer, e tem dado alguns passos arrastado no palco que se torna inevitável de não lembrar.
O som do reggae "Show Me", faz uma revisão de suas influências, que vão do pop ao rock, ao soul, R&B, hip hop e todos os ritmos negros. Ninguém tinha dúvidas que a história de amor do público e Bruno ficou aparentemente séria quando ele tocou "Marry You" e mudou a letra para "Barcelona, eu quero me casar com você."
Diante de um palco impecável como uma pista de dança dos anos oitenta, o visual retro foi imposta sobre as telas e para o público que deu gritos quando soou "Treasure".
Em "If I Knew", o cantor demonstrou seus dotes vocais para o púbico quando ele disse "bésame" em espanhol.
Uma garota na primeira fila chorou quando Bruno dedicou uma canção de amor para ela e o público respondeu levantando corações de papel branco e pediram mais quando a banda encerrou com "Just The Way You Are". Mas há sempre o encore, então depois de alguns minutos o cantor apareceu tocando bateria e depois, seguiu um grande finale com dois de seus hits mais esperados: "Locked Out of Heaven" e "Gorilla".
(Fonte)






